O Instituto Brasil PNUMA
é o Comitê Brasileiro do Programa das Nações Unidas para o Meio
Ambiente. Estabelecido em 1972, é a principal organização
ambiental no sistema das Nações Unidas. O PNUMA atua como apoiador,
educador e facilitador na promoção do uso consciente e do
desenvolvimento sustentável do meio ambiente global.
Para realizar tais tarefas, o PNUMA trabalha com uma ampla gama de parceiros, incluindo entidades das Nações Unidas, organizações internacionais, governos nacionais, organizações não-governamentais, o setor privado e a sociedade civil.
As principais áreas de atuação do PNUMA incluem: Avaliar condições e tendências ambientais globais, regionais and nacionais.
Desenvolver instrumentos ambientais nacionais e internacionais. Fortalecer instituições para a gestão adequada do meio ambiente. Facilitar a transferência de conhecimento e tecnologia para o desenvolvimento sustentável. Encorajar novas parcerias e arranjos com sociedade civil e o setor privado.
A perspectiva global e multissetorial do PNUMA se reflete na sua estrutura organizacional, suas atividades e seu pessoal. Sediado na África, o PNUMA possui uma clara vantagem na compreensão das questões ambientais enfrentadas pelos países em desenvolvimento.
Para garantir sua efetividade global, o PNUMA apóia seis escritórios regionais, três escritórios nacionais recém-inaugurados, além de uma rede crescente de centros de excelência, como o Banco de Dados Global de Informações sobre Recursos (Global Resource Information Database - GRID) e o Centro de Monitoramento de Conservação Mundial do PNUMA (UNEP World Conservation Monitoring Centre - UNEP-WCMC).
O PNUMA também possui importantes escritórios em Genebra e Paris, onde sua Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia se localiza. Hospeda alguns secretariados de convenções ambientais, incluindo o Secretariado do Ozônio e o Fundo Multilateral do Protocolo de Montreal, a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Selvagens (CITES), a Convenção Sobre Diversidade Biológica, a Convenção Sobre Espécies Migratórias e uma crescente família de acordos relacionados a produtos químicos, incluindo a Convenção de Basiléia sobre o Movimento Transfronteiriço de Resíduos Tóxicos e a recentemente negociada Convenção de Estocolmo sobre Poluidores Orgânicos Persistentes (POPs).